Archive for the ‘tendências’ Category

Video games

19/03/2012

“Met Before”, o novo single da banda americana Chairlift, ganhou um vídeoclipe interativo que deixa o espectador decidir que caminho o roteiro deve tomar.

Sempre que indicações surgem no vídeo, o espectador deve clicar com as setas do teclado para escolher em que direção a personagem segue. Você pode compartilhar sua versão nas redes sociais e comparar o resultado com a versão dos amigos.

Crie o seu aqui.

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Sangue na rede

06/12/2011

Socialblood é um aplicativo do Facebook que conecta pessoas do mesmo grupo sanguíneo para fins médicos e de emergência.

Primeiramente os usuários são convidados a registrar simplesmente selecionando seu grupo de sangue. Eles são, então, ligado a um dos oito grupos no Facebook – um para cada tipo de sangue. É possível convidar amigos para participar da campanha, postar uma mensagem no caso de uma emergência ou responder a pedidos de doações de sangue.

O Socialblood já conta com a participação de 1.500 pessoas e, em um caso recente, um dos usuários postou um pedido de doação para a filha e recebeu 74 respostas em 24 horas.

Aula de spinning também é no cinema

07/10/2011

Londres levanta mesmo a bandeira das bicicletas. Muito por aqui tem girado em torno disso – de experimentos artísticos como o da Pamela a iniciativas privadas, as bicicletas estão por toda a parte. No trânsito, os motoristas têm acostumado com a ideia de dividir espaço e gentileza com os ciclistas e muitas vezes é mais vantajoso pegar uma bicicleta pra se descolar a recorrer aos velhos e poluídores meios de transporte. Acho válido!

Outro projeto interessante que surge por aqui é o Magnificent Revolution’s Cycle-in Cinema. Imagine um cinema drive-in sem carros em que as poltronas são bicicletas e cuja energia é gerada pelo movimento dos pedais que cada espectador gira enquanto assiste ao filme. O projeto é um pop-up cinema que está rodando o Reino Unido e levando mais informação sobre consumo de energia aos lugares por onde passa entre uma sessão e outra.

No próximo domingo será exibido um dos meus filmes favoritos e vou lá contribuir com umas pedalas. Pegada 1!

Social media pelo mundo

29/09/2011

Pesquisa que confere o estado das redes sociais pelo mundo a fora em 2011.

Ônibus é rede social

23/02/2011

Chega esse tempo de fim de férias escolares e a gente se dá conta do tanto de carros que entopem as ruas. Todo mundo sabe que já não cabe mais, que o trânsito fica impraticável, que tudo isso representa uma perda de tempo inquestionável, que polui, que é um modelo fracassado e tudo mais. Comecei a ler o livro do David Byrne, Diários de Bicicleta, que defende o uso de meios de transporte menos nocivos e como tudo isso modifica nossa experiência e reflexões sobre o modelo de urbanização que ainda persiste.

De cara o livro já estimula um questionamento sobre como podemos criar alternativas que valorizem o transporte público e criem engajamento. Uma solução foi apontada recentemente pela empresa de trânsito norueguesa Kolumbus em parceria com o site Tale of Things, que transforma uma viagem de ônibus em uma verdadeira experiência de socialização com ajuda da tecnologia.

Em cada parada de ônibus, os passageiros podem se informar através de qr-codes sobre o estado do tráfego e ainda interagirem entre si. A proposta é criar uma rede social que potencialize a interação entre os passageiros. Como resultado, espera-se uma nova experiência em compartilhamento de transporte e informações entre os usuários.

O Futuro da Arte

09/02/2011

Arte em tempos on-line, colaboração, autoria, produção, distribuição das obras… Algumas das principais mudanças trazidas pela internet ao mundo das artes são debatidas neste documentário apresentado no festival Transmediale que aconteceu este mês em Berlim.

Votos reais, partido virtual

16/08/2010

Como a internet e as novas tecnologias estão configurando a articulação de iniciativas democráticas? Uma pista foi dada aqui, num recente post da Webcitizen que indagava: Podemos, todos nós, governar? Se dirigirmos a pergunta para os idealizadores do Senator Online (SOL), a resposta certamente será “sim”.

O SOL é um partido político virtual criado para representar o desejo da maioria dos cidadãos australianos. Funciona assim: no site do partido, as leis que irão à votação no Congresso são exibidas. As pessoas votam na alternativa que acreditam ser a melhor escolha. De posse do resultado, o representante do partido vota no congresso de acordo com a decisão da maioria.

Os proponentes do partido defendem um sistema de representação que devolva voz aos cidadãos e diminua influências de corporações e lobistas nas decisões políticas do país. A proposta baseia-se em utilizar a internet como meio de aproximação entre cidadãos e política, reunindo informações sobre leis, políticos e atividades do congresso, que poderão estimular discussões e trocas entre os cidadãos. O partido explica que não apresenta nenhuma agenda política ou plataforma e que a intenção é mesmo disponibilizar informação imparcial sobre os projetos apresentados no Congresso, inclusive explicar as proposições de cada um com listagem de argumentos contra e a favor.


O site se encontra ainda em fase de pré-eleições, o que significa que o candidato do partido (já anunciado) ainda precisa entrar em campanha e ser oficialmente eleito para que o ideal do projeto seja posto em prática. Todas as propostas são abertas ao debate, do layout do site à dinâmica de como acontecerão os votos, a idéia é construir tudo colaborativamente.

A proposta do SOL levanta algumas questões sobre como as articulações democráticas se configurarão num futuro bem próximo. O trabalho dos políticos poderá se resumir apenas a uma função operacional de acordo com a vontade da maioria? O que impedirá que escolhas motivadas por resoluções de curto prazo, como por exemplo a rejeição de impostos necessários, sejam acatadas? Como grupos de minorias poderão ter sua opinião validada? Quais as novas habilidades os políticos deverão somar à sua atuação no mundo virtual?

Acompanharemos as transformações.



Moda e copyright

08/08/2010

Na indústria da moda há poucas leis que regulam os direitos autorais e as relações de propriedade são mais fluídas. O resultado é a proliferação de cópias e, por incrível que pareça, uma indústria mais criativa e dinâmica.

A pesquisadora Johanna Blakley explicou como a ausência de leis sobre propriedade intelectual podem ser mais estimulantes para os designers de moda. A cada nova coleção, eles precisam criar propostas mais inovadoras imprimindo um caráter autoral, que se diferenciem pela busca de novos materiais e referências. A cada estação, testemunhamos novos esforços de surpreender e inspirar a cultura de moda em todo o globo.

Johanna compara a indústria da moda com outras indústrias que regularizam a proteção contra cópias e argumenta que os modelos de propriedade no contexto da cultura digital precisam ser revisados.

Saúde em redes online

03/06/2010

Postei há algum tempo sobre o Caring.com, rede social online dedicada a pessoas que cuidam de idosos e achei um ótimo exemplo de como a internet tem se configurado como meio de aproximação e publicação de dados disponíveis e de produtivo acesso sobre diversos assuntos, incluindo aí medicina e saúde.

Uma proposta parecida tem o Patients Like Me, que reúne dados sobre diversas especificidades de doenças, medicamentos, perfis de pacientes e tratamentos. O site investe em infográficos disponibilizando informações de modo visual que faciliam o acesso, comparação e cruzamento de dados.


Um dos pontos-chaves do site é modificar a maneira como os dados médicos são ainda tratados com extrema discrição e sigilo por parte de profissionais e pacientes. As informações (anteriormente privadas) estão disponíveis para consulta de qualquer pessoa – uma iniciativa em prol do apoio mútuo e reunião de conhecimento que pode ajudar pessoas em todo o mundo.

The end of printing

17/12/2009

A notícia me lembrou uma conversa com a Steffania, por volta de 1997, quando ela me disse algo sobre como péssimas eram as revistas online, sem uma linguagem própria para o novo meio, tentando reproduzir na internet o meio físico (e eu adorava clicar o mouse para passar as páginas, naquela animação em flash que fez certo hype há algum tempo). Concordei prontamente, ainda que não pudesse imaginar como a coisa andaria.

Pois bem, hoje conheci uma pesquisa interessantíssima, que investiga como as publicações irão se comportar num futuro próximo, adaptando-se aos novos meios e possibilidades do mundo online.

A iniciativa partiu das empresas BERG and Bonier R&D, que nominaram o projeto como Mag+.