Archive for the ‘mídia social’ Category

Facebook também offline (e impresso!)

09/01/2012

Seu perfil no Facebook também vira cartão de visita, com imagens e informações da sua timeline. Mais aqui.

Sangue na rede

06/12/2011

Socialblood é um aplicativo do Facebook que conecta pessoas do mesmo grupo sanguíneo para fins médicos e de emergência.

Primeiramente os usuários são convidados a registrar simplesmente selecionando seu grupo de sangue. Eles são, então, ligado a um dos oito grupos no Facebook – um para cada tipo de sangue. É possível convidar amigos para participar da campanha, postar uma mensagem no caso de uma emergência ou responder a pedidos de doações de sangue.

O Socialblood já conta com a participação de 1.500 pessoas e, em um caso recente, um dos usuários postou um pedido de doação para a filha e recebeu 74 respostas em 24 horas.

Social media pelo mundo

29/09/2011

Pesquisa que confere o estado das redes sociais pelo mundo a fora em 2011.

Ônibus é rede social

23/02/2011

Chega esse tempo de fim de férias escolares e a gente se dá conta do tanto de carros que entopem as ruas. Todo mundo sabe que já não cabe mais, que o trânsito fica impraticável, que tudo isso representa uma perda de tempo inquestionável, que polui, que é um modelo fracassado e tudo mais. Comecei a ler o livro do David Byrne, Diários de Bicicleta, que defende o uso de meios de transporte menos nocivos e como tudo isso modifica nossa experiência e reflexões sobre o modelo de urbanização que ainda persiste.

De cara o livro já estimula um questionamento sobre como podemos criar alternativas que valorizem o transporte público e criem engajamento. Uma solução foi apontada recentemente pela empresa de trânsito norueguesa Kolumbus em parceria com o site Tale of Things, que transforma uma viagem de ônibus em uma verdadeira experiência de socialização com ajuda da tecnologia.

Em cada parada de ônibus, os passageiros podem se informar através de qr-codes sobre o estado do tráfego e ainda interagirem entre si. A proposta é criar uma rede social que potencialize a interação entre os passageiros. Como resultado, espera-se uma nova experiência em compartilhamento de transporte e informações entre os usuários.

VYou: perguntas e respostas em vídeo

12/01/2011

VYou é uma nova rede social que promove interação entre usuários por meio de conversas aleatórias em vídeo. Os usuários se cadastram, criam um perfil e adicionam amigos como nas demais redes. A partir de então podem escolher gravar um vídeo introdutório ou esperar por uma pergunta que inicie a brincadeira. Você pode fazer uma pergunta na caixa de texto logo abaixo dos vídeos e esperar pela resposta (devidamente avisado por email). Do lado de cada vídeo, é possível acompanhar a lista de perguntas já feitas e ver as respostas arquivadas. Ainda há a integração com outras redes permitindo disseminar o conteúdo criado.

A rede combina mensagens, bate-papo e lembra a criação de interação aleatória do Chatroulette com a capacidade de difusão do YouTube e um pouco da estrutura oferecida pelo Skype.

O serviço, ainda em fase beta, está sendo explorado por celebridades, editores, jornalistas e anônimos para manterem contato direto com o público (ou construir um). Aguardamos os novos desdobramentos criativos de uso do VYou.

Catadores on-line

08/11/2010

A causa é nobre. Aproveitando o poder das mídias sociais em prol de causas sustentáveis, o projeto THREElittleSTEPS quer limpar o mundo com ajuda de amigos no Facebook.

A proposta é que cada amigo do perfil junte, diariamente, três itens de lixo e postem uma foto, incentivamos mais e mais amigos a fazerem o mesmo e, de certa forma, conscientizando todo mundo sobre a quantidade de lixo produzida no dia-a-dia.

O THREElittleSTEPS, além da fanpage no Facebook, conta com um Tumblr que reune as imagens e explica mais o projeto.

É sempre estimulante ver como os propósitos iniciais das redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter podem ser desviados para finalidades maiores e engajadoras.

Um site inteiro no Twitter

22/10/2010

A agência argentina Kamchatka resolveu hospedar seu site todo no Twitter. A ideia rendeu a minha (grata) surpresa e o vídeo abaixo:

Saúde em redes online

03/06/2010

Postei há algum tempo sobre o Caring.com, rede social online dedicada a pessoas que cuidam de idosos e achei um ótimo exemplo de como a internet tem se configurado como meio de aproximação e publicação de dados disponíveis e de produtivo acesso sobre diversos assuntos, incluindo aí medicina e saúde.

Uma proposta parecida tem o Patients Like Me, que reúne dados sobre diversas especificidades de doenças, medicamentos, perfis de pacientes e tratamentos. O site investe em infográficos disponibilizando informações de modo visual que faciliam o acesso, comparação e cruzamento de dados.


Um dos pontos-chaves do site é modificar a maneira como os dados médicos são ainda tratados com extrema discrição e sigilo por parte de profissionais e pacientes. As informações (anteriormente privadas) estão disponíveis para consulta de qualquer pessoa – uma iniciativa em prol do apoio mútuo e reunião de conhecimento que pode ajudar pessoas em todo o mundo.

Twitter Tribune

13/05/2010

A cada dia mais e mais seguidores, pessoas sendo seguidas, links e tudo mais e mais difícil de acompanhar. O site paper.li te ajuda a não perder aquele twitte que passou despercebido durante o dia com uma nova maneira de ler os posts.

Cadastrando uma conta ou #tag específica do twitter, o site cria um relatório diário do que foi postado pelos outros usuários que estão na sua rede, tudo organizado em editorias. Para ler o meu jornal, acesse aqui.

Por que nós podemos escrever

03/04/2010

O título eu tomei emprestado do Henry Jenkins, que nomeou um capítulo do seu livro “Cultura da Convergência” como “Por que Heather pode escrever”. O livro se preocupa em analisar as novas práticas sociais que estabelecemos com os novos meios de comunicação, em especial a internet, e como essas mudanças afetam nossa relação com as mídias e a informação.

No capítulo sobre a Heather, ele expõe o caso de uma menina de 13 anos que criou o The Daily Prophet, um jornal fictício publicado na internet com notícias sobre a escola de Hogwarts, aquela do Harry Potter. Crianças do mundo inteiro fazem parte da equipe de “repórteres” que alimentavam o site com histórias e personagens que compartilham o universo fantástico dos livros de J.K. Rowling.

Claro que não demorou muito para o site entrar em conflituosas discussões sobre direitos autorais e proteção de propriedade intelectual e pouco se falou sobre o processo de letramento do qual Heather estava impulsionando os milhares de leitores de Harry Potter. Em outras palavras, essa disputa objetivava controlar a participação dos fãs na cultura, limitando os meios de expressão.

Atingindo um universo mais amplo, outra forma de controle tem sido avaliada por governos internacionais, só tornada pública por pressão de grupos da sociedade civil e alguns parlamentares. Trata-se do ACTA – Acordo Comercial Anti-Falsificação –, documento que restringe e mercantiliza o intercâmbio de cultura, além de (mal) avaliar a criação e circulação de ideias, debates e produtos intelectuais. De certa forma, enquadra sob o conceito de “escala comercial”, não apenas o que tem “motivação direta ou indireta de ganho financeiro”, mas “qualquer sistema de grande amplitude”, como o da Heather, por exemplo. É uma decisão delicada, uma vez que atinge iniciativas potencializadores de inclusão e participação cultural nos meios digitais.

O dossiê foi divulgado pelo Le Monde Diplomatique que enfatiza os riscos à produção e participação nos processos criativos. “As grandes corporações que comercializam produtos culturais querem colocar fora da lei aqueles que os oferecem gratuitamente. É uma ameaça, a longo prazo, até mesmo a serviços como o Google”, informa o texto. Paralelamente movimentos estão sendo criados para disponibilizar o conteúdo do documento e fomentar ações contra sua validação. Na página, vários links para se informar mais e tomar parte da discussão.