Cara crachá

O trabalho do artista Kamarule me trouxe várias especulações sobre a intenção (simbólica e prática) de cobrir os rostos com qr-codes: um registro sobre memória e identificação de pessoas que estavam presentes na sua história por um determinado tempo? Cada qr-code, que substitui o rosto dos colegas de classe, da antiga professora, dos inúmeros soldados e por aí vai, levaria para uma página na internet com informações daquela pessoa que poderia ser editada por você ou por ela mesma? Aquela velha discussão sobre identidade e massificação na sociedade tecnológica? Mais pistas aqui.

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