Descanse em paz com wi-fi

De certa forma a tecnologia tem realizado o desejo humano por imortalidade. Seu uso (e abuso) permitiram novas maneiras de imortalizar obras, histórias, realizações e feitos em terabytes de informação para futuras gerações. Afinal, quem morre são os outros.

O que antes era restrito a apenas um grupo seleto de gênios e criadores transformadores, hoje pode ser estendido à qualquer mortal. Exemplo disso é a lápide desenvolvida pela RosettaStone – Technology Enhanced Memorial Products – que contém um chip com dados sobre o falecido enterrado ali e permite visitantes obterem informações sobre sua vida e obra através de um aparelho celular.

A lápide possui ainda pictogramas na interface física que informam sobre características do falecido, genealogia e sua atuação em vida.

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