Facebook também offline (e impresso!)

09/01/2012

Seu perfil no Facebook também vira cartão de visita, com imagens e informações da sua timeline. Mais aqui.

Sementes de porcelana

09/01/2012

Encantadora a instalação do artista chinês Ai Weiwei que estava na Tate Modern ano passado e agora caminha para uma exibição em Nova Iorque. O making of é belíssimo e você confere ai em baixo:

Sangue na rede

06/12/2011

Socialblood é um aplicativo do Facebook que conecta pessoas do mesmo grupo sanguíneo para fins médicos e de emergência.

Primeiramente os usuários são convidados a registrar simplesmente selecionando seu grupo de sangue. Eles são, então, ligado a um dos oito grupos no Facebook - um para cada tipo de sangue. É possível convidar amigos para participar da campanha, postar uma mensagem no caso de uma emergência ou responder a pedidos de doações de sangue.

O Socialblood já conta com a participação de 1.500 pessoas e, em um caso recente, um dos usuários postou um pedido de doação para a filha e recebeu 74 respostas em 24 horas.

Para imprimir

29/11/2011

Vontade de levar pra casa a mini impressora criada pela Berg.

Balloons of Bhutan

01/11/2011

Lá em 2007, Jonathan Harris passou um período no Butão pesquisando sobre diferentes aspectos que envolvem o conceito de “felicidade”. O pequeno país usa a Felicidade Interna Bruta (FIB) ou Gross National Happiness (GNH) para medir o desenvolvimento social e não o Produto Interno Bruto (PIB) que estamos acostumados a acompanhar nas estatísticas dos jornais.

O resultado chegou hoje em mais um site que une bom design e storytelling para apresentar as impressões dos 117 entrevistados. A cada um deles foi pedido para que indicassem seu grau de felicidade de 1 a 10. O número correspondia a quantidade de pedidos que eles poderiam fazer. Cada pedido foi devidamente escrito num balão e, por fim, reunidos para serem soltados do alto da montanha sagrada de Dochula.

No site Balloons of Bhutan é  possível ouvir os audios das entrevistas e acompanhar as centenas de imagens reunidas no projeto.

Tie-Dye virtual

09/10/2011

Soak é uma instalação do coletivo Everyware que usa Kinetic para tingir a tela com o toque dos dedos. Efeito bonito. Mais informações aqui.

Luvas touchscreen

08/10/2011

Encarando os fatos, faça frio ou calor, o importante é manter a interação com o seu dispositivo touchscreen.

As luvas lançadas pela Muji têm, nas pontas dos dedos indicador e polegar, fibras especiais que possibilitam que a tela continue sensível ao toque. Inverno chegando e garantia de continuar conectado.

Aula de spinning também é no cinema

07/10/2011

Londres levanta mesmo a bandeira das bicicletas. Muito por aqui tem girado em torno disso – de experimentos artísticos como o da Pamela a iniciativas privadas, as bicicletas estão por toda a parte. No trânsito, os motoristas têm acostumado com a ideia de dividir espaço e gentileza com os ciclistas e muitas vezes é mais vantajoso pegar uma bicicleta pra se descolar a recorrer aos velhos e poluídores meios de transporte. Acho válido!

Outro projeto interessante que surge por aqui é o Magnificent Revolution’s Cycle-in Cinema. Imagine um cinema drive-in sem carros em que as poltronas são bicicletas e cuja energia é gerada pelo movimento dos pedais que cada espectador gira enquanto assiste ao filme. O projeto é um pop-up cinema que está rodando o Reino Unido e levando mais informação sobre consumo de energia aos lugares por onde passa entre uma sessão e outra.

No próximo domingo será exibido um dos meus filmes favoritos e vou lá contribuir com umas pedalas. Pegada 1!

Social media pelo mundo

29/09/2011

Pesquisa que confere o estado das redes sociais pelo mundo a fora em 2011.

Vou de bike

23/05/2011

Escrevi para a Pamela assim que conheci o Writing’s in the Wall. Gostei do projeto e fiquei interessado em participar da experiência. Basicamente o email era: “Oi. Gostaria de fazer um passeio”.

Juntando sustentabilidade, arte urbana, bicicletas, storytelling e preservação da memória do espaço público, Pamela traçou um mapa por uma das áreas mais efervescentes de Londres localizando obras de grafite e arte urbana. Em cada ponto, ouvimos um áudio do artista reponsável pelo trabalho, explicando um pouco da história da região e as motivações por trás de cada obra. De obra em obra, o trajeto é feito de bicicleta e orientado por marcas no chão indicando as direções e os pontos de parada.

Fiz o caminho guiado por Pamela neste domingo. A experiencia é bem interessante pra gente que, como eu, que não mora aqui e tem a chance de saber mais sobre a história dos lugares, e ainda mais pra quem vive na cidade e passa despercebido pelos diversos murais que ela escolheu em seu (enorme!) trabalho de curadoria. Cada obra sinaliza algo sobre estilo artístico, engajamento político, relação com os espaços escolhidos (geralmente locais abandonados ou esquecidos) e percepções das pessoas que passam por ali.

Sobretudo, o projeto contribui para registrar a memória das obras, uma vez que muitas delas estão em transformação – reflexo das mudanças de uma cidade em constante movimento. Mais aqui.


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